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Contaminação de Covid-19 no interior do Estado apresenta queda, aponta estudo

Gestores públicos devem, no entanto, analisar comportamento da curva de contágio de maneira local

12 de abril de 2021 às 16h01min

O pico de casos de Covid-19 durante a 2ª onda no interior do Ceará ocorreu entre 01 e 15 de março de 2021, apresentando atualmente tendência de queda na contaminação e sinais de estabilidade para os próximos dias. É o que aponta o boletim epidemiológico do Instituto Integra Dados (IID), com análises feitas a partir da plataforma IntegraSUS por dois professores universitários do Estado. Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira (12).

A tendência de estabilidade nas últimas semanas, segundo o estudo, é justificada pela queda na Taxa de Reprodução (R), de 1,07 neste domingo (11). Em janeiro, o interior do Estado teve o patamar mais alto, de 1,23. 

O número significa a velocidade de multiplicação do coronavírus, e estando em 1,07 significa que cada portador do vírus pode contaminar pelo menos uma pessoa. Mantendo a tendência de queda, o indicador deve ficar abaixo de 1 nas próximas semanas, projeta o boletim. 

Mas segundo alertam os pesquisadores, o comportamento da curva no interior se prolonga mais que na Capital. Isso  evidencia que há municípios em situação de estabilidade para queda, enquanto outros ainda se encontram em situação crítica, exigindo uma análise local para medidas de combate à pandemia.

TAXA DE RECUPERAÇÃO

O Instituto também divulga a taxa de recuperação de pacientes com o novo coronavírus, atualmente em 82%. Na primeira onda de casos no interior, o número começou em 39,14%, chegando no fim do platô do pico em 75 %.

Semana passada, a taxa da Capital apontada no Estudo estava em 53%. Na primeira onda, após índice de recuperação de 31,38%, ocorreu uma subida desse número, chegando a uma taxa de 61% em outubro de 2020.

Contudo, em razão de a população cearense ainda não estar majoritariamente vacinada contra o coronavírus, o estudo reforça a necessidade do isolamento social, dado sua rápida capacidade de transmissão.

A pesquisa foi realizada pelo professor do Curso de Computação da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Nonato de Castro, juntamente com o professor da Unichristus e economista, Daniel Bentes, sócio-fundador do IID.

 

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